20 de abr de 2015

Rhino – Like a Horn Ripping Flesh (EP)

Independente
Nota 8,5/10,0

Por Marcos "Big Daddy" Garcia


Devido à atual evidência do Thrash Metal, muitas bandas do gênero têm aparecido no underground brasileiro. Algumas com uma pegada mais retro, outras com algo mais moderno. Mas é preciso sempre citar algo: como o Thrash Metal é um estilo bem antigo, é necessário que a banda saiba dar personalidade à sua música. E isso, meus caros leitores, é um desafio. Muitos sucumbem diante dele, fazendo apenas o “famoso mais do mesmo”, mas existem aqueles que se sobressaem, justamente porque puseram na cabeça “eu vou fazer do meu jeito”, e são essas que realmente valem a pena. E o quinteto RHINO. O que vemos no EP “Like a Horn Ripping Flesh” é de muito boa qualidade.

Antes de tudo, ficam claras as referências no Thrash Metal da Bay Area, especialmente pelo approach técnico do grupo. Ao mesmo tempo, óbvio que eles querem deixar o ouvinte surdo devido à agressividade ríspida de sua música. Ou seja, eles aliam bem a brutalidade à técnica, no que podemos classificar como Modern Thrash Metal. E a adrenalina é alta com esses vocais ríspidos e agressivos, riffs ganchudos e bem feitos, solos caprichados, baixo e bateria com peso e técnica nas medidas certas. Ou seja, o quinteto consegue fazer algo muito bom, mas justamente porque é bem espontâneo e do jeito deles.

Rhino
A produção é seca, mas bem feita. E nisso, o grupo consegue ter qualidade musical clara, mas sem soar oca ou perder peso em momento algum. Pelo contrário, chega a ser uma massa sonora insana às vezes, tudo isso em uma apresentação gráfica bem simples, mas funcional.

A banda capricha em suas composições, pois brutalidade explícita não significa ausência de qualidades. Nada disso, eles fazem uma música insana, mas temperada com belos arranjos e boas mudanças de ritmo.

São seis faixas de amassa-crânios, com faixas cuja duração média é de três minutos, o que torna o trabalho bem dinâmico e nada cansativo. E os destaques óbvios são a bruta e agressiva “What’s Your Side” (vocais perfeitos, bem abrasivos e assentados em uma base instrumental agressiva e técnica), a mais cadenciada e azeda “Vertigo” (algumas melodias soturnas muito bem embutidas nas guitarras), e a rápida “Repulsion”.

É de bandas assim que o Thrash Metal precisa...





Músicas:

01. What’s Your Side
02. Vertigo
03. Impaled
04. Traitors
05. Repulsion
06. Extreme Morbid Xexels


Banda:

Viola – Vocais 
Fausto – Guitarras 
Gustavo – Baixo 
Ian – Bateria 


Contatos:

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Lanciare (Assessoria de Imprensa)

17 de abr de 2015

Púrpura Ink – Breakin’ Chains (CD)

Voice Music (físico)/ Wikimetal (digital)
Nota 9,5/10,0

Por Marcos "Big Daddy" Garcia





Quando se fala em anos 80 no Brasil, os fãs de Metal pensam apenas nas bandas de Metal mais agressivo. Sim, mas esquecem-se do legado de bandas de Hard Rock, AOR e Glam Metal daqueles tempos, da força de nomes como MOTLEY CRUE, BON JOVI, W.A.S.P., POISON, RATT, CINDERELLA e tantos outros que não pode ser ignorada. Tanto é que muitos nomes grandes estão voltando à ativa, e outros surgindo. E podemos afirmar que os sucessores da famosa Sunset Boulevard ou estão na Suécia (CRASHDIET, H.E.A.T., GEMINI FIVE, e outros) ou nas terras do Brasil. Sim, pois por aqui, nomes como GLITTER MAGIC, HARD DESIRE, SUPERSTITIOUS, FURIA LOUCA, SIXTY-NINE CRASH e muitos mais andam fazendo trabalhos sublimes. E mais um se junta a esta turma: o excelente quinteto PÚRPURA INK, de São Luís do Maranhão, que chega com seu primeiro álbum, “Breakin’ Chains”. 

A força do Hard Rock/Glam Rock, unida à espontaneidade do Rock’n’Roll e o peso do Hard Rock clássico é o que eles nos concedem. Só que esses sujeitos têm uma música envolvente, melodiosa, grudenta, com ótima técnica e maravilhosa. É algo abusivamente ótimo ouvir esta mistura de vocais melodiosos e com boa dose de agressividade (lembra bastante o jeitão de Vince Neil em algumas partes, só que mais melodiosa), belas guitarras (riffs certeiros, solos caprichados e mesmo alguns lindos duetos), baixo e bateria mostrando não só peso, mas uma técnica absurda (mas sem cair no erro dos excessos individuais), belas incursões de teclados, e adicione à mistura excelentes refrões e muita energia, garra e empolgação. É a fórmula do sucesso, e de algo maravilhoso para nossos ouvidos.

Púrpura Ink
A produção musical é de alto nível. Sim, cada instrumento está em seu devido lugar, soando pesado e limpo nas medidas certas. E assim, a música da banda é capaz de ser compreendida em sua plenitude.

O quinteto abusa de ser uma ótima banda, desfilando composições bem arranjadas e espontâneas. Nada aqui soa forçado, buscando ser aquilo que não é. A música deles fala direto ao coração, com um dinamismo absurdo.

A pesada e grudenta “Breakin’ Chains” começa o disco de maneira perfeita, com andamento envolvente, refrão grudento e vocais muito bem encaixados, para em seguida, vir um murro na cara na forma de um Hardão/Sleazy ganchudo de categoria em “Lifestyle”, uma faixa mais seca e agressiva, ótima presença backing vocals perfeitos, baixo à lá Steve Harris, e guitarras fazendo bases, solos e duetos com uma categoria absurda. Em “Higher Ground”, temos um início mais etéreo, com bela presença de teclados e baixo, para então ganhar peso, com um andamento em tempo médio e presença de belos momentos mais limpos, uma música que chega bem perto do AOR, com presença marcante de baixo e bateria, e ótimos corais. Em “Kate”, temos um groove mais forte, além de um feeling moderno, onde as guitarras dão peso e melodia nas doses devidas. “Let Me Stay” é uma semi-balada instrospectiva e bluesy, com toques de Hard setentista, bem envolvente, onde os vocais mostram boa versatilidade. Em “The Enemy”, o lado mais Heavy Metal da banda fica claro, mas sem perder a pegada Hard grudenta da banda, mostrando um trabalho de guitarras bem instigante. A mais amena e bem acessível “Flying Away” é tão bem feita que poderia figurar nos antigos comerciais de cigarros, onde todos conhecemos certos hits do AOR/Hard nos anos 80, com teclados dando uma climática ótima e a base rítmica mostrando-se firme, e os mesmo elementos se repetem em “Rose With Thorns”, cheia de melodias certeiras, backing envolventes e lembrando o jeito europeu de fazer Hard/AOR. Em “Bitter Wishes”, novamente o jeitão mais moderno e cru do Hard’n’Roll se faz presente. E fechando com chave de ouro, a belíssima e melodiosa “Something to Believe”, que não é uma balada, mas outra faixa extremamente acessível ao grande público, com refrão excelente, e a banda toda em grande forma.

Uma excelente banda, que chega na hora certa. E como dito no início, são herdeiros mais que dignos daquela música excelente feita nos 80, mas sem soar retro ou cheia de mofo. Aqui, neste álbum, pulsa vida, e muita.

O CD possui cópias físicas disponíveis, mas também pode ser ouvido (e adquirido) em várias plataformas digitais na internet, que pode encontrar abaixo conforme seu desejo.


Verdade seja dita: o estilo está em ótima fase no Brasil, e o PÚRPURA INK é um de seus melhores nomes.





Músicas:

01. Breakin’ Chains
02. Lifestyle
03. Higher Ground
04. Kate
05. Let Me Stay (Go Away)
06. Enemy
07. Flying Away
08. Rose With Thorns
09. Bitter Wishes
10. Something to Believe


Banda:

E.J. – Vocais 
Márcio Glam – Guitarras 
Chris Wiesen – Guitarras
Seth Bass – Baixo 
Derick – Bateria 


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Atomic Bomb – Metal Selvagem (CD)

Black Legion Productions
Nota 6,5/10,0

Por Marcos "Big Daddy" Garcia



Realmente, aqueles que conheceram os anos 80 e são da época possuem uma longa experiência no cenário. O fenômeno interessante é justamente ver bandas jovens rebuscando o que existia na época. Mas aqui reside um dos maiores perigos possíveis: tentar trabalhar em um estilo já erodido pelo tempo pode levar aquele sentimento “eu já ouvi isso antes”, e isso é problemático. É preciso personalidade para se sobressair nos tempos atuais, que andam bem difíceis. E o trio carioca ATOMIC BOMB, de Nova Iguaçu, ainda precisa de muito amadurecimento musical. “Metal Selvagem” não é de todo ruim, mas carece de personalidade.

O trio faz uma mistura do Thrash Metal mais próximo à escola germânica da primeira metade dos anos 80 com o Punk Rock. Chega a soar como uma versão Thrash Metal do MOTORHEAD, ou um WARFARE da época do “Metal Anarchy” mais sujo com toques de SODOM. E é aí que está o problema: muitas e muitas vezes, todos já ouvimos isso ser feito, e com mais personalidade. Não é que a mistura de vocais esganiçados (mas para que carregar tanto nos efeitos?), bons riffs de guitarra (e solos doentios), cozinha rítmica consistente (com o baixo aparecendo bastante) esteja em má forma ou seja ruim. A banda até tem bastante potencial, está bem perceptível, mas a tentativa de soar “Metal anos 80” está forçada demais, e joga por terra esforços preciosos que foram feitos até chegarem aqui.

Atomic Bomb
A produção sonora é tosca e crua, como a maioria das bandas dessa tendência gosta de fazer. E isso é ruim demais, pois acaba deixando o trabalho como um todo difícil de ser entendido muitas vezes. E talvez seja este um dos maiores calcanhares de Aquiles do CD. Já em termos de arte, ficou bem legal a capa bem feita e o layout mais simples.

A banda aposta suas fichas em composições curtas e diretas, com arranjos simples e letras cantadas em português. Eles têm muita energia e garra, verdade seja dita. Mas é preciso mais que isso para se destacar em um meio tão competitivo como o Metal.

As músicas duram, em média, pouco mais de dois minutos, e é óbvio que não temos perda total. Em momentos como a veloz e empolgante “Speed Metal 666”, a irônica e azeda “Livre Para Pensar”, e a bruta “Cães de Guerra” e seus belos riffs. E é assim que se percebe o quanto eles podem realmente render musicalmente.

“Metal Selvagem” acaba ficando na média, já que o potencial da banda é capaz de equilibrar o lado negativo. Mas acreditamos que mais uma lapidada nas músicas, um bom produtor musical, fora compreenderem que os anos 80 já acabaram há muito tempo (e assim, se torna necessário pôr vida e personalidade no que fazem) ajudará a terem melhores resultados.

Mas o ATOMIC BOMB é uma banda bem jovem ainda, e prometem bastante. Este autor deseja de coração que eles possam evoluir mais.



Músicas:

01. Metal Selvagem
02. Jonestown
03. Speed Metal 666
04. O Dia da Aniquilação
05. Livre Para Pensar
06. Setor Central
07. Libertem Barrabás
08. Cães de Guerra


Banda:

Renan Carvalho – Vocais, guitarras 
Marcos Calafalas – Baixo 
Rafahëll Torres – Bateria 


Contatos:

16 de abr de 2015

Krucipha: debut CD chega às plataformas digitais





O KRUCIPHA, que é um dos representantes da nova geração do thrash metal brasileiro, segue em plena atividade com seu novo álbum ‘Hindsight Square One’. 

O CD em formato físico, que está disponível para todo o Brasil na loja oficial da banda em http://krucipha.lojaintegrada.com.br , agora acaba de chegar às plataformas digitais.

‘Hindsight Square One’ acaba de chegar a 95 plataformas digitais, entre elas iTunes™, Amazon MP3, Google Play, Spotify, Shazam, Rdio, Beats Music e Deezer.

O álbum tem sido muito bem recebido pela imprensa e pelos fãs, e seu primeiro single ‘Pulse’ demonstrou a boa fase da banda e pode ser conferido e baixado no link à seguir:


Atualmente, a banda KRUCIPHA está em turnê nacional para a divulgação do CD ‘Hindsight Square One’ e os produtores interessados em levar a banda para a sua cidade devem entrar em contato através do e-mail krucipha@krucipha.com. Os jornalistas interessados em entrevistas com os integrantes da banda, ficha técnica do CD e material promocional, deverão entrar em contato no e-mail imprensa@furiamusic.com.br .

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Macumbazilla realiza seu primeiro show!



Os Stoners do MACUMBAZILLA estreiam nos palcos curitibanos ao lado das bandas Z, e Corram para as Colinas nesta sexta feira dia 17 de Abril!

Capa CD EP: http://goo.gl/3gVMmM 
Video clip: https://www.youtube.com/watch?v=R4KuNdq5-Os
Embebed code do vídeo: <iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/R4KuNdq5-Os" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>



O dia em que a criança chora e a mãe não veem!!! 
Macumba nas colinas Z!!!! 

Uma noite de Rock autoral com as bandas Z, Corram para as Colinas e de quebra o primeiro Show do MACUMBAZILLA!


Os shows acontecem a partir das 23h00min desta sexta – Feira, dia 17 no Atari Bar, localizado na Alameda Prudente de Moraes, nº 804 com ingressos a R$18,00. 


Próximas divulgações da X-PressON!: 

- Paul Di’Anno – Brazilian Tour (Abril de 2015)
- Eluveitie – Curitiba ( John Bull Pub - 14 de Abril )
- Festival Lady Lethal – Curitiba ( Blood Rock Bar - 19 de Abril )
- Denorex 80 – Curitiba ( Curitiba Master Hall - 25 de Abril )
- Grave Digger – Rio de Janeiro ( Teatro Odisseia – 06 de Maio )
- Adrenaline Mob – Rio de Janeiro ( Circo Voador – 08 de Maio )
- Nile – Rio de Janeiro ( Teatro Odisseia – 21 de Maio )

Mais informações acessem: www.X-PressON.com



Fonte: X-PressON!
Assessoria de Imprensa
A/C Andre Smirnoff

Luís Kalil: dueto de Edu Falaschi e Iuri Sanson em novo disco





Recentemente o guitarrista LUÍS KALIL anunciou a participação de Edu Falaschi e Iuri Sanson em seu álbum de estreia, agora o músico revela que ambos os vocalistas dividirão as vozes em uma das faixas do material, promovendo não só um encontro de gerações com o guitarrista, como um encontro de gigantes entre dois grandes nomes da música pesada mundial.

“Angra e Hibria são duas das minhas maiores influências. Poderia dizer até que, junto com o Iron Maiden, talvez sejam as bandas que eu mais escutei até aqui. Ter a oportunidade de gravar com esses dois grandes músicos é algo quase que surreal para mim. Para essa música, decidi fazer algo mais voltado para o que eles já fizeram durante as suas carreiras e será uma coisa mais diferente das outras músicas do disco, porém cairá muito bem! Podem ter certeza: Mr. Fire não decepcionará!”



A música escolhida para o dueto é “Mr. Fire”, sexta de uma série de oito faixas do álbum “Insight”, material de estreia do guitarrista. Dessas faixas, foi liberado o single “The Chase”, que pode ser ouvido aqui:


“Insight” também conta com uma equipe técnica de renome: o guitarrista Renato Osorio como produtor e o baixista Benhur Lima na mixagem e masterização, ambos também do Hibria.

Em breve mais informações sobre o lançamento.


Tracklist:

1 – Insight
2 – The Journey Has Begun
3 – Flying in the Illusion
4 – Grey Sky
5 – Mr. Fire (Guests)
6 – The Chase
7 – Keeper Alive (Guests)
8 – Back Home


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Fonte: Metal Media

Blackning: banda fecha parceria com a Mosher Clothing




A BLACKNING acaba de anunciar uma parceria de peso com a empresa portuguesa Mosher Clothing.

A Mosher já vestiu bandas como Angelus Apatrida (ESP), Bonded by Blood (USA), Crisix (ESP), The Haunted (SUE), Gama Bomb (UK), Extreme Noise Terror (UK), Sworn Enemy (USA), entre outras, além de ter acabado de fechar parceria com o festival português SWR Barroselas, um dos maiores do país.

A BLACKNING é a primeira banda brasileira a integrar o time da Mosher (www.mosherclothing.com).


O vocalista Cleber Orsioli comenta: “Contar com a parceria da Mosher é muito massa pois o pessoal acredita no nosso trampo, além de ter vários produtos foda que condiz com o dia-a-dia do headbanger!”

A BLACKING segue promovendo seu debut ‘Order Of Chaos’, lançado no Brasil pela Vingança Music e em breve na Europa pela Hecatombe Records e contou com a participação de profissionais gabaritados como Fabiano Penna, Denis Di Lallo, Neto Grous e Marcus Zerma, para citar os envolvidos diretamente na produção.

Confira o primeiro videoclipe retirado do disco:



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Fonte: Metal Media

16/04/2015: Heavy And Hell Press



Rigor Mortis (From Brazil): composições antigas liberadas para download


Com seu novo material praticamente finalizado e com show de retorno aos palcos marcado, o RIGOR MORTIS resolveu presentear os fãs, onde está liberando para download três composições antigas da banda.

São elas “Funeral Day”, “World Scum” e “My Dead”, sendo que o riff principal de “My Dead” estará presente em uma das composições novas do RIGOR MORTIS, onde de fato estará fechando um ciclo e iniciando um novo.

Aproveite e faça os downloads nos links a seguir:

“My Dead”: http://bit.ly/1PNOFwN

“Funeral Day”: http://bit.ly/1PNOYI9

“World Scum”: http://bit.ly/1HtgG9s


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Brutal Morticínio: agenda de shows em aberto


A horda BRUTAL MORTICÍNIO está divulgando o seu segundo álbum “Obsessores Espíritos das Florestas Austrais” lançado em agosto de 2014. Depois de ter tocado ao lado de hordas como Bessatt, Nocturnal Depression, Horna e Grafenstein, além de grandes nomes do underground nacional, a banda está com sua agenda de shows em aberto. Segundo o guitarrista da horda,Tormento, a banda pretende excursionar por estados em que ainda não estiveram, isto é, não apenas no centro sul do Brasil, mas também na região nordeste principalmente.

Então se você tem interesse em levar um dos grandes nomes do Black Metal gaúcho para sua cidade entre em contato: brutalmortis@gmail.com

Ouça agora mesmo o Debut “Despertar dos Chacais; O Outono dos Povos”: https://www.youtube.com/watch?v=QMXZb1Vv8i0

Aproveite e ouça também uma das composições de destaque do novo disco: http://bit.ly/1Iej95R


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SILO: Alexandre Carreiro confirmado como novo guitarrista do Hicsos


E o guitarrista Alexandre Carreiro agora também faz parte de um dos grandes nomes do Metal nacional, o Hicsos. Após a saída de Antônio Saba, um dos pilares da banda, Alexandre foi escolhido como a melhor opção, pois já o conheciam e sabiam do seu talento como músico.

Confira o pronunciamento da banda sobre a entrada de Alexandre:

“Ele já é um cara experiente e isso era uma das coisas que nós estávamos buscando, além da química que está rolando; a prova de que foi uma escolha certa, é o fato de estarmos finalizando uma nova composição. O clima está ótimo e a violência sonora se mantém intacta.”

Enquanto as novas composições do Hicsos com a participação de Alexandre não ficam prontas, ouça a nova destruição sonora do SILO, “Dez Segundos”: https://soundcloud.com/silo-oficial/silo-dez-segundos


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{OnEye Records} Cripta Discos: Relançamento de “The Fall of the Wood” do Lenhador em edição limitada


E a CRIPTA DISCOS apresenta seu novo lançamento, que na verdade é um relançamento, mas não em uma edição simples, mas sim de luxo e limitada.

Estamos falando do clássico “The Fall of the Wood” da banda Lenhador, que ganha uma reedição do nível de sua importância para o underground extremo.

“The Fall of the Wood” vem embalado em um belo Digipack com os CD’s tendo impressão Lighscribe, com o nome do cliente já impresso no disco.



Sendo que está versão está limitada somente a 20 cópias.



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Wael Daou: Sorteio de camiseta exclusiva do Single “Scourge Of Humanity”





Para comemorar a ótima repercussão do Single o mago das oito cordas WAEL DAOU está lançando uma promoção exclusiva, onde irá sortear 20 camisetas de “Scourge Of Humanity”.



Para saber como concorrer acesse o link a seguir: https://www.sorteiefb.com.br/tab/promocao/446277

Enquanto isso ouça o novo Single: 



Link Relacionados:

Twitter: @waeldaou



DuKarmu: finalizando álbum de estreia




A banda de rock cristão de Pernambuco assinou contrato com a Alive Comunicações, e aproveitando o ensejo, anunciam a finalização do primeiro álbum, intitulado "Herdeiro da Luz".

O álbum traz canções que falam da fé cristã e buscam incentivar a reflexão sobre a vida. Com letras diretas, mas também levemente subjetivas, a banda visa levar uma mensagem de fé, esperança e busca pelo próprio eu, e claro, com guitarras bastante expressivas e melodias de cordas que passeiam entre os acordes, tornando o som melódico e pesado ao mesmo tempo.

O álbum está com data prevista de lançamento, para o dia 15 de maio deste ano. O lançamento será feito via web, e estará disponível no BandCamp da banda e na ONErpm.


Sobre a DUKARMU:


A banda é formada por músicos católicos, mas não se prende a bandeira doutrinária, mantendo relação direta com músicos evangélicos e seculares. Com uma postura convicta e firme, a banda prega o fim da divisão existente no cristianismo e a queda do preconceito que existe dentro da igreja em relação ao rock.

O nome da banda é uma variação de Nossa Senhora do Carmo, santa católica que dá nome ao Coral católico do qual todos os membros da banda, desde o início, fazem parte. O nome foi sugerido por um padre amigo dos integrantes e teve sua escrita adaptada, por sugestão de William Carvalho, ex-integrante e compositor da maioria das musicas interpretadas pela banda.


Links relacionados:

Site Oficial: http://www.dukarmu.com